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terça-feira, 23 de novembro de 2010

ZZK de luto

Triste: Catar_sis, una de las mitades del Fauna y miembros de la família Zizek, ha dejado el mundo en el último sábado, em Belo Horizonte, donde se presentarían.  Un amigo que lo conocía dice que era imposible no se contagiar con su risa y ganas de vivir, así como lo describen sus amigos de ZZK.

No lo conocí personalmente, ni era mi amigo; lo comento sencillamente porque la mala casualidad me hizo recordar una vez más sobre la fragilidad de la vida y sobre el abismo que existe en todo ser humano.

Sin más, que descanses en paz, pibe risueño.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Ritmo de fiesta

Aquí en Europa hay la simpatica costumbre de que te saluden por el día del santo de quien tienes el nombre.
En este sentido, puedo decir que me encanta mi nombre, ya que Cecilia es una santa pretty cool, porque es la patrona de la música y los músicos.
¿Alguién se anima a irse de rumba? :-)

domingo, 21 de novembro de 2010

Raízes

Lindo site de design inspirado en las culturas de los países del mundo.

Rage against the machine – DJ cremoso remix

La cosa mola! RATM en ritmo Tecnobrega, la fiebre amazónica:
Rage against the machine – DJ cremoso remix
Directo de MAN Recordings de Berlín.

sábado, 20 de novembro de 2010

ZZK: la Cumbia pal mundo!

Zizek es un colectivo argentino que venero desde 2007, cuando los ví en el Niceto Club, de mi BsAs querido.
Por aquella época, fue como una bomba escuchar una mezcla tan absurda como bailable de cumbia (probablemente el ritmo más expandido por toda Latinoamérica, pero de oriegen colombiano) y música electrónica. Imprevisible, dirían algunos, pero REVOLUCIONARIO.
Como explican en el video, lo más hoy día es ser LOCAL. El mundo globalizado es como un organismo: lo que sucede aquí se refleja ahí, allá y por todas partes. Quédate tal como eres, y el mundo te querrá tal cual.

Echando un vistazo a su página, me entero de que los cabrones tocan hoy en Belo Horizonte, Brasil!, y pasarán por San Petersburgo la semana que viene. Ni tiempo para una visitita a España?

terça-feira, 13 de julho de 2010

Grandes, enfim

Eu me esquivei até onde pude de me render ao touro indomável. Achava que eles estavam se achando. Ri da zebra contra a Suíça, mas à medida que avançavam as fases não deu mais pra disfarçar a inveja de ver um time jogar bonito e em conjunto, com todos atrás da mesma meta, sem egos inflados, nem patrocínios milionários, disciplina espartana inútil e muito menos salto alto. Todos eles um. Tinham raça, tinham potencial, tinham vontade, e, por mais mandinga que se cantasse, não iam desperdiçar esse momento por nada.

Nunca tive a noção do que significa chegar a ganhar a Copa. Já “nasci tricampeã”, e com uma equipe lendária de cinco atacantes (Pelé, Tostão, Rivelino, Jairzinho e outro, que esqueci)! Hoje em dia confesso que nem sei imaginar algo parecido.

Me poupo de teorizar sobre o futebol, mas a verdade é que ele não serve pra nada em concreto. É simples alegria em estado latente, que explode dependendo do ângulo do qual se veja balançar a rede. O futebol só serve pra fazer as pessoas felizes. De todos, é o único esporte capaz de mover mundos, mentes e montanhas (de dinheiro, principalmente). Por isso, somatizei a alegria da Fúria ao tocar o céu do futebol, e não tive escolha senão sorrir junto com eles.

Na Espanha já há algum tempo, tive o desprazer de ser pega em cheio pela crise e todos as suas consequências, além de ter-me impregnado naturalmente de seus problemas nacionais, de sua língua castiça e de sua cultura (tão próximas à nossa que muitas vezes nem me dou conta de que vivo na Europa), de seus verões que às vezes tardam mas felizmente nunca falham, de seu desprendimento contente, de “la mala leche” e até “las malas costumbres”. Mas nunca vou desaprender o que futebol significa, e muito especialmente em momentos de crise (o Brasil sempre esteve em crise e me dá certa raivinha estar longe justo agora, quando vejo o país despontar). É a válvula de escape, é o sonho, é o melhor momento de uma vida inteira.

Parece ingênuo, mas havia gerações inteiras de espanhóis esperando saborear essa alegria. Atrás de um menininho de cinco anos gritando hoje “¡España!” tem um pai, um avô e talvez até um bisavô que sonharam desde crianças com o momento de gritar “¡Campeooooones!”. Vi na TV uma velhinha em um asilo, que chorava e sorria ao mesmo tempo, enquanto murmurava, “¡en vida, en vida!”... E o mais surpreendente é a generosidade e a gratidão nacional para com todas as equipes passadas, que também lutaram muito, mas nunca conseguiram ganhar nada. Um complexo bobo de perdedores no futebol, muito eficiente na hora de minar a autoestima de todo um povo. Hoje, donos do mundo e invencíveis, eu revivo aqui a alegria incalculável que se desprende do futebol, e sinto uma confiança inabalável em algum resultado positivo para todos os problemas da Espanha. É como se nunca houvesse Rafa Nadal, nem Fernando Alonso, nem basquete. Nada disso nunca bastou aos espanhóis. Só o futebol nos faz realmente grandes.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

E nem só em tempos de Copa


Dunga e todo mundo, aprendam: toda relação tem roupa suja para lavar. Se não tem, é porque alguém não está vestindo a camisa.

Redondo e oportuno comentário, vi no blog da amiga Pat Baldez